Quando estava bebericando no Bar da Brahma, no centro de São Paulo, uma integrante do grupo potiguar que participava de uma feira turística, conheceu um carinha e resolveu "ficar". Na conversa descobriu que ele era motoboy. E para garantir a diversão, pediu para que ele, no dia seguinte, a levasse na garupa, que ela queria conhecer e enfrentar a velocidade nas ruas da paulicéia desvairada. Pedido feito e aceito. No final da jornada, quando as colegas chegaram ao hotel, encontraram a pobrezinha extenuada e às vésperas de um ataque de nervo. Hoje, mesmo em Natal, quem quiser seu amigo não lhe mostre nem um capacete de moto. |